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04/08/2017 [ 17h19 ] - Atualizado em 07/08/2017 [ 10h33 ] ver todas as notícias
Atriz agudense, Fran Fischer, vive a Nammu em novela da Record

A atriz e modelo agudense, Francieli Fischer, ou Fran Fischer (nome artístico adotado por ela), vem encantando a todos com a sua participação na novela 'O Rico e Lázaro', na rede Record, que vai ao ar de segunda a sexta a partir das 20h45min.

Fran é formada em Comunicação Social - Rádio e TV. É filha do médico Ildemar Fischer e da empresária Magali Fischer.

A equipe do Jornal Deutsche conversou com a atriz e ela destacou um pouco do seu trabalho.

Fale sobre sua personagem.

Nessa primeira fase da novela, a Namnu é serva da Princesa da Babilônia (interpretada pela atriz Sthefany Brito) e cuida do filho dela, o pestinha Belsazar (interpretado por João Barreto). Ela precisa lidar com as exigências da princesa, que é uma das vilãs da novela, com as travessuras do menino Belsazar e com seus conflitos amorosos na busca de um casamento. Mas a novela fará um salto de sete anos no tempo e aí a realidade será outra. A ingênua Namnu, então, terá que lidar, bem de perto, com a maldade das pessoas do palácio. Será que ela sairá viva dessa?

Como tem sido a experiência de interpretar a personagem Namnu?

Estou aprendendo muito todos os dias e me divertindo também, quem me acompanha nas redes sociais, sabe. Contracenei com atores excelentes, com muito tempo de carreira, que me inspiraram muito todos os dias. Construir uma história juntos, viver essa fantasia mágica, que é a interpretação, é gratificante. Meu maior prazer nesses meses, foi receber os capítulos novos, descobrir o que acontece com a Namnu e cada um dos personagens.

Como foi a preparação para interpretar a personagem?

Tivemos palestras sobre o períodohistórico em que se passa a novela e sobre as passagens bíblicas retratadas na história. Também fizemos encontros de estudo entre os atores e os preparadores de elenco da Record. Assisti documentários sobre a Babilônia e o reino de Nabucodonosor, sobre a história dos hebreus e, claro, li a bíblia, que é a fonte das histórias contadas em O Rico e Lázaro.

Fale sobre os desafios de ser ator.

Acho que o principal desafio do ator é viver com verdade o personagem.  Não é apenas fingimento, é fazer de verdade aquele fingimento. O personagem existe e tem sentimento como todo o ser humano. Esses sentimentos são complexos e, na maioria das vezes, contraditórios. Não somos pessoas simples, somos muito complexas, pensamos e nos sentimos diferentes e transformados todos os dias. O personagem também é assim. Tem que ter amor pela vida do personagem, ou melhor, pela vida de todo ser humano.

Como ficou sua rotina? Horários de gravações?

Está bem corrido. Gravo no Rio de Janeiro, mas moro em São Paulo. Então fico indo e voltando o tempo todo. Tenho gravação quase todos os dias (segunda a sábado) e já estamos com a novela quase toda pronta.

Como surgiu a vontade de ser atriz?

A vontade surgiu já na minha época de modelo, fui descobrindo que não me sentia confortável tentando seguir toda aquela perfeição exigida pela carreira (estar sempre bonita, com as medidas perfeitas, peso ideal…). Sempre fui muito sensível, me envolvointensamente com as coisas que acontecem comigo, então sentia falta de expressar o que realmente se passava comigo, eu estava reprimindo um lado muito importante meu. Por isso, comecei a fazer cursos de interpretação. Na época, eu tinha 21 anos, também estava fazendo faculdade e encarava o teatro como algo paralelo, mais como hobby do que como profissão. Mas com o passar do tempo percebi que o teatro era o que realmente me deixava realizada, era onde eu me sentia plenamente viva.

Onde a Francieli ainda pretende chegar na carreira?

Gostaria de trabalhar ainda com cinema, séries, montar grandes textos de teatro, levar peças para lugares onde o acesso ao teatro e a arte é restrito. Acho fundamental o contato com a arte e sei que nesse Brasil imenso, isso ainda é um privilegio das cidades grandes.

Um conselho para quem pretende seguir carreira?

Estudar muito, se dedicar muito, ter paciência e persistência.

Dentro do meio, quem te inspira?

Me inspiro nos artistas que trabalham não apenas por profissão, mas por vocação. Que colocam sentido naquilo que fazem. Que querem transformar as pessoas de alguma forma através da sua arte… Como o Antunes Filho, diretor de teatro que tive o prazer de trabalhar.

Mesmo com uma rotina intensa, com que freqüência tu costuma vir para Agudo?

Visito Agudo sempre que consigo. Assim que acabarem as gravações, vou passar uma semana por ai. Só tenho lembranças boas e saudosas da cidade.

De Agudo, quais as lembranças que levaconsigo? 

Acho que o que mais me toca é o apoio das pessoas, o carinho que sempre tiveram comigo. 

 
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